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REFLEXOLOGIA

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O que é a Reflexologia?

A Reflexologia é uma terapia holística que se baseia no princípio de que existem zonas no nosso corpo que quando submetidas a um determinado estímulo, vão trazer efeitos benéficos para outras áreas do nosso corpo. A Reflexologia mais conhecida é a podal, aplicada nos pés, mas existem outras áreas do nosso corpo onde encontramos zonas reflexas, como por exemplo nas mãos, nas orelhas, na cabeça, no rosto, no intestino…

Como funciona a reflexologia?

A explicação dos motivos porque funciona a Reflexologia baseia-se em teorias várias relacionadas com o sistema nervoso, a dor e sua percepção, as endorfinas, a circulação da energia, o toque terapêutico, a circulação sanguínea, o efeito placebo e, a mais importante de todas, a teoria das zonas.

É provável que demore ainda algum tempo até encontrarmos uma explicação científica para qualquer uma das teorias relacionadas com a eficácia da reflexologia.  Até lá, o importante é termos em conta que a reflexologia funciona, independentemente de se saber como ou porquê.  Sabemos também que actua a vários níveis e que não existem 2 tratamentos iguais, como não existem 2 pessoas iguais.   Quem podemos ajudar? A Reflexologia pode ajudar quase toda a gente, mas aqui ficam uns tópicos: Idosos: Qualquer tipo de toque beneficia os cidadãos em idade avançada na nossa sociedade.  Estes benefícios são imensos e, uma vez que a reflexologia actua a vários níveis, são de realçar as melhorias significativas ao nível da circulação e da mobilidade.  Uma pessoa cujo estado de espírito melhorou, está também mais predisposta a sair e a sentir-se melhor consigo própria.  Praticar reflexologia nas mãos é também mais fácil e requer menos cuidados do que trabalhar com os pés. Crianças: A reflexologia produz segurança e conforto às crianças.  Os adolescentes podem beneficiar do efeito anti-stress da reflexologia, bem como do efeito benéfico sobre as alterações hormonais próprias da puberdade. Bébés: a Reflexologia pode ajudar o bebé a aliviar a tensão pós-parto e a adaptar-se à sua nova vida no mundo exterior. Pessoas com problemas específicos: como exemplo podem incluir-se os efeitos benéficos em danos causados por um acidente; dores de dentes; o desencadear de episódios pontuais de artrite; febre e falta de ar.  A Reflexologia pode ajudar a reduzir uma inflamação, a conservar a energia e a estimular os órgãos internos, encorajando-os a funcionar mais correctamente. Pessoas com problemas crónicos: Alguns problemas persistem por muito tempo – a hepatite crónica, por ex., pode durar 6 meses ou mais – podendo haver pequenas alterações nos sintomas de um dia para o outro.  Uma pessoa que recuperou dos efeitos imediatos de um derrame cerebral, pode vir a ter recaídas tais como perda dos sentidos ou dores agudas nos membros.  A Reflexologia pode ajudar aliviando os efeitos secundários da medicação. Amigos e familiares: a Reflexologia é uma forma de terapia acessível que pode ser praticada em qualquer lugar.  É excelente tanto como tratamento pontual, como num tratamento continuado às pessoas que nos são próximas, sendo muito simples de efectuar.  A Reflexologia actua também como terapia preventiva, uma vez que desintoxica o corpo e ajuda no alívio das tensões associadas ao stress, tais como pressão arterial elevada, enxaquecas, dores crónicas no pescoço e nas costas.   Benefícios da reflexologia
  • Relaxamento: acalma o sistema nervoso, proporcionando um total relaxamento físico e mental
  • Alívio de dores: tem um efeito anestésico no sistema nervoso
  • Melhoria da circulação do sangue e da linfa
  • Fortalecimento do sistema imunitário: estimula o sistema auto-reparador do nosso corpo
  • Alívio do stress
  • Estimulação do correcto funcionamento dos órgãos
  • Desintoxicação: liberta o corpo de toxinas e de produtos tóxicos
  • Aumento dos níveis de energia
  • Conforto psicológico
  • Recuperação após acidente ou pós-operatório
  • Recuperação pós-traumática
  • Interacção humana através do toque

História da reflexologia

A Reflexologia é utilizada como ferramenta efectivamente terapêutica há mais de cinco mil anos.  Já no ano 2330 a.C. no Antigo Egipto, as pessoas acreditavam que o estímulo determinadas áreas das mãos e dos pés traria benefícios a todo o corpo.  No entanto, nenhuma cultura em particular reclamou a descoberta desta forma ancestral de terapia.

Os antigos Egípcios viam o corpo humano como uma sinfonia de vibrações, em que os órgãos internos faziam parte de uma orquestra complexa e eram os instrumentos que podiam ser tocados através do estímulo de determinados pontos nas mãos e nos pés.  Antes da mumificação do corpo, as solas dos pés eram removidas, de forma a libertar a alma do corpo físico e da terra.

Entre as civilizações com uma longa história em terapias por pontos de pressão estão a Índia, a China e o Japão.  Os nativos americanos também já usavam este tipo de terapias há séculos, antes de a América do Norte ser descoberta pelos Europeus.  Eles acreditavam que a Terra emanava uma energia que os conectava física e espiritualmente à terra;  a doença criava uma desarmonia que impedia o livre fluir desta energia especial entre eles e a terra;  por isso utilizavam essas técnicas para corrigir o desequilíbrio e trazer a cura.

O presidente dos EUA John Garfield (1831-81), que sofreu severas dores após um atentado à sua morte, também utilizou a reflexologia como principal fonte de tratamento.

Reflexologia Moderna

O verdadeiro pioneiro da Reflexologia no ocidente foi o Dr.William Fitzgerald (1872-1942), um laringologista americano.  Ele sabia que os nativos americanos usavam um tipo de terapia por pressão de pontos. Então, após uma cirurgia menor, ele dizia aos seus pacientes para apertar uma escova nas mãos para aliviar as dores.   Molas de roupa de madeira na ponta dos dedos e elásticos à volta dos dedos também eram eficazes.  Utilizava também a Reflexologia para tratar com sucesso os enjôos matinais em mulheres grávidas, comprimindo a 1ª e 2ª zonas da área dorsal das mãos. Infelizmente, a classe médica achou que estes métodos eram muito demorados e tornaram-se supérfluos com o aparecimento das anestesias.

Em 1917, Fitzgerald publicou um livro sobre Terapia das Zonas no qual abordou a ligação entre a superfície palmar das mãos e as dores nas costas, bem como a sua superfície dorsal com as dores na parte da frente do corpo.  Foi também a primeira pessoa a elaborar um mapa das zonas do corpo.

A palavra “reflexologia” foi criada por Eunice Ingham (1897-1974), tendo ficado conhecida como a “mãe da reflexologia”.  Era uma fisioterapeuta que usava a reflexologia nos seus tratamentos.  Eunice leccionou intensamente por todos os Estados Unidos, desenvolveu cursos de aprendizagem e ensinou aos outros o seu método de reflexologia.

Contudo, nessa época, a reflexologia era vista com alguma desconfiança e ela foi presa mais que uma vez por a praticar sem autorização – isto em 1968!

Actualmente, a reflexologia faz parte da vida de muitas pessoas, sendo o tratamento preferencial para uma série de casos.  Como tal, cada vez mais pessoas estão a estudar esta forma de tratamento tão eficaz.

Evidência Clínica

Na última década, foram efectuadas várias investigações na Europa e nos EUA àcerca dos benefícios da reflexologia em variadas situações.

Estudos Dinamarqueses

Na Dinamarca foram efectuados muitos estudos clínicos sobre a eficácia da reflexologia como tratamento.  Seguem-se os resumos de alguns deles.

Obstipação Crónica:

Em 1991, foi levado a cabo pelo departamento de Sealand da FDZ (Associação Dinamarquesa de Reflexologia) um estudo em 20 mulheres com idades entre os 30 e os 60 anos que demonstrou um aumento da frequência dos movimentos intestinais de 4.1 para 1.8 dias.

Absentismo:

Durante um período de 3 anos, até 1992, foram tratados através da reflexologia 235 empregados dos Correios com problemas diversos de saúde.  Dentre eles, 170 revelaram grandes melhorias, 60 algumas melhorias e 5 nenhumas.  O absentismo foi reduzido de 11,4 para 8,5 dias por ano por pessoa, representando uma enorme poupança para a empresa.

Enxaqueca:

No início dos anos 90, estimava-se que as dores de cabeça eram responsáveis pela perda anual de 3 milhões de dias de trabalho e eram a queixa mais comum na população adulta.  Como tal, em 1995, foi efectuado um estudo à escala nacional pelo SNS, através do departamento de tratamentos alternativos, do Departamento de Farmácias e da Real Universidade Dinamarquesa de Farmácia.

Este estudo envolveu 220 pessoas vítimas de enxaquecas e 78 reflexologistas que efectuaram uma série de tratamentos de reflexologia durante 3 meses.  No início do programa, todos os pacientes foram observados por um médico para comprovar o diagnóstico de enxaqueca.  Cada paciente elaborou um diário dos sintomas de onde se recolhiam os dados e preencheu um questionário.  No final do tratamento foram novamente avaliados.  Os resultados mostraram que 81% estavam curados ou com grandes melhorias e 19% deixaram de tomar medicação.

Cuidados primários de saúde e regresso ao tratamento:

Em 1995, o município de Aahrus na Dinamarca contratou 3 reflexologistas que trataram 143 pacientes durante 6 meses.  Destes pacientes, 79% ficaram curados ou tiveram grandes melhorias no seu estado de saúde primário.  Além disso, 57% obtiveram melhorias em problemas secundários, 30% ficaram mais satisfeitos com o seu emprego e 92% quiseram prosseguir com os tratamentos de reflexologia.

Parto:

Em 1998, no Hospital Gentofte em Copenhaga, 61 das 68 mulheres que receberam tratamento de reflexologia antes do parto, revelaram ter tido uma atenuação da dor durante a expulsão.  Das 14 mulheres com retenção da placenta, 11 dispensaram a cirurgia.

Estudos Americanos

Foram efectuados estudos clínicos na América que demonstraram a forma como um tratamento regular de reflexologia pode beneficiar o corpo e o estado de espírito, de uma forma global.

Síndrome pré-menstrual:

Em 1991, Bill Flocco, fundador da Academia Americana de Reflexologia  juntamente com o Dr.Terrence Oleson, Professor Associado de Investigação na Universidade da Califórnia, levaram a cabo um estudo sobre os efeitos da reflexologia no alívio da síndrome pré-menstrual (SPM).  Os resultados indicaram um redução do SPM em 62% das pacientes sujeitas à reflexologia.

Ansiedade e dor:

O Dr.Ray Wunderliche, Jr , da Florida, descobriu que a reflexologia ajuda as pessoas que sofrem de hipertensão, ansiedade ou dores.  Um outro estudo, efectuado no ano 2000 numa Universidade da Carolina, examinou os efeitos da reflexologia na ansiedade e dor em doentes com cancro.  Todos os pacientes receberam tratamentos de 30 min e os resultados demonstraram que todas as mulheres sentiram uma queda brutal nos níveis de ansiedade e as que sofriam de cancro da mama sentiram um alívio das dores.  Os investigadores concluíram que a reflexologia é de grande utilidade quando utilizada como complemento dos tratamentos médicos convencionais neste tipo de doentes.


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